sábado, 23 de agosto de 2008

O velho e suas formigas. . .



No azul do céu
Acima das nuvens
No além
Mora um velhote
Que com sua barba branca
Sentado a sua cadeira de balanço

Dispõe de muito tempo
Moradia própria
Grande empresário
Autoritário
Sempre a ordenar
Seus subordinados

Meio gente, meio ave.
E com suas asas
Estão sempre a tocar
E cortejar o velho

E o velho, pra passar o tempo.
Costumar observar
Sua criação de formigas
6 bilhões de pequenas criaturas
Mas o velho, pra esbanjar superioridade.
Prometeu as formigas incendiar.

Pobres formigas
Têm tanto a trabalhar
Tamanhos são os obstáculos
Que enfrentam dentre a colonia

3 comentários:

Unknown disse...

Deus o "Grande Castigador", sempre brincando com nossas vidas como quem joga THE SIMS numa tarde de domingo...

Unknown disse...

Hmmm... Gostei muito do poema...

Parmalat disse...

por um olhar crítico tá mt bem feito. Mas pessoalmente não me agrada. ^^